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Jules, a caçadora de pechinchas.

por Jules, em 31.07.15

 

IMG_2718.JPG

 

  Sou um bocado forreta no que toca a comprar certas coisas, principalmente livros. Na verdade, é uma questão de vaidade, gosto de me gabar dos preços que arranjo, e olhem que compro livros usados a 50 cêntimos! Hoje, fui com a minha irmã a um supermercado inglês onde costumamos ir para comprar chocolates e outras asneiras com quilos de açúcar, quando me cruzo com uma promoção aliciante por demais. Tenho o hábito de inspecionar os livros que existem em todas as lojas, mas hoje fui presenteada com uma selecção agradável ao olho em que podia levar um livro por 3€ ou dois livros por 5€. Os escolhidos foram os dois na imagem.

  Comprei o Atonement porque já o queria há imenso tempo, adorei o filme. Já o da Marian Keyes teve a sorte de ter uma capa bonita e ser um Penguin, duas coisas às quais eu muito dificilmente resisto. Porém, já tive a ler reviews no Goodreads e estou um pouco reticente à sua leitura. Nada que me aflija no entanto. Livros são sempre bem-vindos e a 2,50€ cada um ainda melhor! 

(E sim, a minha colcha é do mais retro que existe) 

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What made you what you are today?

por Jules, em 30.07.15

 

 

  Há pequenas coisas que influenciam profundamente a nossa maneira de ser. Todos temos as nossas. A minha são personagens fictícias, e não só. Da mesma maneira que ponho muito de mim nas personagens que crio, absorvo muito para mim das personagens que adoro.

  Quando a Sic Mulher decidiu passar a série Gilmore Girls, a minha vida ganhou um novo significado com a chegada da Rory Gilmore. Ainda hoje, ela signifca muito para mim e anseio ter de começar a guardar livros em gavetas por ter tantos como ela. Se não fosse ela, não devorava tantos livros, nem amava tanto de morte livros como hoje em dia. Para ser sincera, qualquer personagem que seja minimamente bookworm tem o meu coraçãozinho numa bandeja. 

  Devo grande parte da minha personalidade à influência da Effy Stonem, da série britânica Skins. As personagens desta série fizeram parte do meu leque de "Quem-me-dera-que-esta-gente-andasse-comigo-na-escola" durante bastante tempo, mas a Effy parecia destinada a ser a minha melhor amiga. Com ela, aprendi que ser uma pessoa straight-forward não era algo que devesse ofuscar com medo de represálias, entre outras, sendo essa a característica mais punjante. 

  No entanto, também houve uma personagem não fictícia que me influenciou imenso, a Hayley Williams, vocalista dos Paramore. Foi a banda que teve no meu top durante mais tempo e eu era rídicula com esta adoração. Digo isto porque eu tinha fotos da Hayley e do resto da banda em tudo o que era sítio: armários, paredes, dossiers, etc. O meu cabelo ruivo e grande parte da roupa da minha adolescência foi culpa desta menina.

  Espero algum dia vir a criar uma personagem que influence, positivamente, alguém nas suas escolhas de vida. Parece-me um bom objectivo a alcançar.

  

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publicado às 01:04

Put on some red lipstick and live a little.

por Jules, em 27.07.15

 

 

  Na sexta, tive uma festa de aniversário de família. Sim, daquelas que reúne a canalha toda no quintal da minha avó com conversas, gargalhadas e fofoquices. Não havia nem cão nem gato que não estivesse naquele espaço. Por ser uma festa de crianças, fui o mais confortável possível, e, apesar de não envergar grande maquilhagem, não abdiquei do meu batom vermelho.

  Muita gente comentou a escolha arrojada do batom vermelho. Fizeram piadas, perguntaram se era hábito usar, o normal. No final da festa, já em fase de arrumação, oiço  "Jules, não gosto nada de te ver com esse batom" por parte de uma senhora, um comentário fácil de rematar com um "Mas eu gosto". Porém, esse comentário foi seguido de um "Não devias ser tão espampanante". I beg your pardon? Custou-me demasiado ouvir aquele comentário, ser criticada e julgada pela cor do meu batom. Não sou nada de revoltas, nem reinvidicações, mas porra, já nem posso usar um batom vermelho em paz?! Se fosse roxo ou assim, até me esforçava por compreender a confusão, mas vermelho sempre foi a cor do batom de toda a mulher de sonho. Para mim, simboliza o ser mulher ao mais alto nível. Qualquer mulher brilha mais com vermelho nos lábios! 

  Para terminar, só quero deixar uma ideia bem assente: Senhoras e senhores, lá porque são mais velhos e lhes devo respeito, não têm o direito de dizer tudo o que vos passa pela cabeça. A idade não é um posto, querem respeito, dêem-se ao respeito.

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Aviso: isto vai ser fútil.

por Jules, em 26.07.15

 

 

 

 

  Eu gosto de sair à noite. Bastante, até. Com a chegada do verão, a coisa intensifica-se, e, como bom exemplar de fêmea que sou, gosto de me arranjar. Vestido, batom vermelho, unha pintada, tudo a que tenho direito, menos ao salto alto. Há 19 anos que fui abençoada com dois pés tortos e todas as sabrinas que alarguei são a prova disso, já para não falar da entorse brutal que fiz ao torcer o pé numa sandália com 10 cm de cunha, à frente de uma fila de 80 pessoas à porta de uma discoteca. Por essa razão, os saltos altos nunca foram, nem de perto, nem de longe, meus amigos. Eu bem queria ser aquelas raparigas que param o trânsito em cima de uns vertiginosos pumps com 18 cm de altura, mas terei que me contentar com o 1,63m que tenho na espinha. Sei que o meu problema é grave quando a minha avó se passeia facilmente de salto quase-agulha ao meu lado.

  Toda a mulher que gosta de sapatos sonha com o seu par de sapato de sonho, os derradeiros Loboutin que nos vão custar pelo menos 4 ordenados, mas são mais prazerosos que qualquer homem. Pois, eu se os comprar, há-de ser para ter na caixa e calçá-los em casa, para ficar sentada no sofá binge watching alguma série, feeling fancy as fuck. Chego até ao ridículo de me imaginar uma personalidade bem sucedida, a pisar a passadeira vermelha com a bela da sandália ortopédica. A minha tia-avó ia ficar orgulhosa.

  No que toca a alturas, os meus melhores amigos são a cunha, a plataforma e o tacão grosso. Embora também seja um 31 aventurar-me com esses sapatos, são os únicos que me deixam mais perto do sonho de parecer estonteante dentro de um vestido apertado. Sim, porque sem saltos, eu pareço um chouricinho pronto para o fumeiro dentro de qualquer coisa justa! Por isso, já sabem, se algum dia virem uma rapariga a lutar com todas as suas forças para parecer normal em cima de algo alto, provavelmente sou eu. Ou alguém que sofra do mesmo que eu. 

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Sigh no more

por Jules, em 21.07.15

 Muitos amigos. Muita praia. Muita cerveja. Muitos livros. Muitas noites em esplanadas. Muitas noites acordada a pensar. Muitas mudanças. Demasiadas incertezas.

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