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Regresso às aulas parte 2º Semestre

por Jules, em 30.01.16

Depois de 1 mês e meio de férias, segunda-feira volto às aulas, o que é maravilhoso, dado que já estava a morrer de tédio. Porém, depois de 3 anos de ensino universitário e outros muitos de ensino regular, ainda estou para perceber qual é o problema que alguns colegas têm em partilhar apontamentos das aulas e afins. Eu já fui a aluna que raramente metia os pés nas aulas, que precisava desesperadamente dos mesmos, e, também já fui (e sou) a aluna que tira apontamentos até do espirro do professor e não tenho problema nenhum em partilhá-los. "Ah, mas o mérito não é deles.", "Ele que fosse às aulas", etc. Está bem, mas se ele fizer o curso à custa dos teus apontamentos, a vida vai-se encarregar de o castigar de outras maneiras. Ele nunca se vai desenvencilhar no mundo do trabalho, porque sempre se encostou no trabalho dos outros. Será assim tão difícil de perceber? 

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Acabar 2015 com uma dica

por Jules, em 29.12.15

  Malta da era do Harry Potter, completamente apaixonado pela J.K. Rowling, tenho uma boa notícia para os mais despassarados: ela continua a escrever, só que utiliza o nome de Robert Galbraith e inventou um detective. 

  Só em 2015, tive a honra de ler 2 livros, tendo em conta que estou a acabar o 2º, e, digo-vos, ela é mesmo do caraças. Parem tudo o que estão a fazer e vão comprar os livros do Robert Galbraith! Há traduzidos e tudo. 

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Um amor piroso

por Jules, em 22.12.15

 

 

  Ela ansiava por um amor piroso. Do mais lamechas e cliché possível. Porque, afinal de contas, o que é o amor se não a definição de pirosice? Ela queria beijos roubados numa esquina, bilhetes que dissessem "tem um bom dia, gosto muito de ti" colados no frigorífico, um coração desenhado no espelho embaciado do seu duche.

  Ela nada mais pedia que alguém que quisesse gritar ao mundo o quão boa era a sua companhia. Um telemóvel cheio de selfies dos dois, sérios, a sorrir, a fazer caretas, apaixonados que nem palermas. Ela esperava por alguém que lhe desse a mão na rua, que a surpreendesse, a puxasse e a olhasse nos olhos. "Sou realmente sortudo por te ter", diria ele, antes de a beijar ternamente. Ela procurava um companheiro de karaoke no supermercado, simplesmente porque estava a dar aquela música específica, ignorando os olhares dos restantes clientes.

  Alguém que visse os pequenos pormenores das coisas e prestasse atenção, que lhes soubesse dar valor. "O chão está a arder" e ele pulava imediatamente para cima do sofá, sem pensar duas vezes, porque ele sabia que nem tudo na vida era para ser levado a sério e as brincadeiras de criança nunca deviam acabar. Ela queria olhar para alguém demoradamente, enquanto um pequeno sorriso lhe brotava na face, "onde é que eu fui encontrar alguém como tu?".

  Ele ia ser a pessoa a quem ela ia dedicar todo o seu carinho e afecto, a coisa mais preciosa do seu mundo, ela ia tratá-lo e mimá-lo com a maior das estimas. Ao seu lado, nada lhe faltaria e a única definição presente no seu dicionário iria ser a de "felicidade extrema e absoluta".

  Ela não tinha um amor piroso. Ainda não. Mas o pensamento de que ele andava por aí algures, à sua espera numa esquina para lhe roubar um beijo, ou a arrancar flores d'um canteiro para lhe dar, aconchegava-lhe o coração antes de adormecer.

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Bem-Me-Leve

por Jules, em 14.12.15

  Hoje li um texto que dizia que só tinhamos uma oportunidade de nos apaixonarmos com o coração ainda intacto. E isso fez-me pensar no quão verdade isso é.

  Lembro-me bem de como foi apaixonar-me pela primeira vez. Foi descobrir sentimentos que eu nunca pensei que existissem, mandar-me de cabeça para um abismo do qual não sabia nada, mas eu não me preocupei. Tinha a certeza que todas as borboletas que voavam incessantemente no meu estômago me levariam a bom porto. Não havia como pensar num final que não fosse o felizes para sempre. Afinal de contas, essa era a única certeza que eu tinha sobre o amor, que todas as histórias acabavam felizes para sempre.

  Mas depois, tudo caiu e o abismo era mais fundo do que eu pensava. Caí no fundo e percebi que havia mais no mundo que o final das histórias que eu lia. De repente, as borboletas tinham voado sem mim e eu estava sozinha, envolvida no frio de um coração partido. Não se comparava às tristezas que havia sentido antes, ao lado desta, pareciam-me todas meras balelas insignificantes. Foi perceber o verdadeiro tamanho de tristeza e o que ela nos pode fazer.

  Ler aquele texto hoje fez-me pensar. Chego à conclusão de que dava tudo para me apaixonar outra vez com um coração limpo. Um coração que não tivesse medo do fundo do abismo, nem receio que o final pudesse ser algo que não feliz. Não há amor como o primeiro e eu estou cansada de me apaixonar com um coração sofrido.

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publicado às 01:14

The terrifying now

por Jules, em 06.12.15

 

 

Estou cansada, exausta e cheia de trabalhos. Mas como completar um trabalho se nem uma frase consigo escrever de seguida? Só me apetece dormir, dormir, dormir, e acordar com o semestre acabado e tudo feito. 

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Só pode ser uma conspiração!

por Jules, em 18.11.15

  Todos (vá, alguns, que eu quero demasiados) os livros que eu quero custam 15€ na Fnac. E eu não dou mais que 10€ por um livro. Excepto em situações de necessidade fatal. Isto faz com que a minha lista de Natal* seja enorme.

 

*Quando não lês Nora Roberts, nem Augusto Cury, convém teres uma lista dos livros que gostavas de ter. Facilita a vida dos meus familiares que me querem comprar algo pelo Natal.

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Hoje é dia de filmes maricas.

por Jules, em 11.11.15

(Love, Rosie - 2014)

 

E porquê? Porque eu preciso. A razão pela qual preciso é, citando A Gaja:

"Não consigo resistir a uma boa comédia romântica. O fixe deste género de filmes é a previsibilidade. Ou seja: por muita merda que o gajo faça ou por muitas dúvidas que a gaja tenha (normalmente são sempre umas sonsas obsessivas/psicóticas, mas com muita pinta), sabemos que, 5 minutos antes do filme acabar, a zanga vai terminar na sequência beijo-fodanguice light-casamento/bebés.

E isso dá uma tranquilidade imensa."

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Textos fundamentais.

por Jules, em 10.11.15

 

Um sentimento feito de palavras. Somente imagens, ideias, significados misturados num frenesim que nos aqueceu o peito. Não mais.


De tanto dependermos delas, esgotamo-las a todas. Aquelas de que nos socorremos para aliviar o frio da distância são as mesmas que me laceram por dentro. Fervo agora com elas, do fogo que as feridas abertas jorram sem cessar. Qual de nós o correcto, eu com as vírgulas e parentesís, ou tu com o ponto final. As mesmas que me levaram para um futuro distante, onde tudo era a escolha certa, deixaram-me agora sozinha, numa estação onde os comboios já nem passam (uma vez disseste-me que também estavas numa estação dessas, será que estamos na mesma sem sabermos?). As palavras têm a efemeridade que lhes atribuímos. Em mim, as tuas serão eternas.

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publicado às 22:03

Há mar e mar, há ir e voltar.

por Jules, em 08.11.15

 

  Nunca pensei que tão cedo deixasse de fazer falta. Estimava pelo menos 1 ano, não 3 meses.

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publicado às 23:03

Frustrações de uma gaja que gostava de ser escritora

por Jules, em 07.11.15

 

 

  Estamos em Novembro e todos os aspirantes a best-sellers deste mundo sabem bem o que significa este mês. Exacto, NaNoWriMo. E eu nunca alinhei nessa aventura, com muita pena minha. Tanta palavra, um livro inteiro, imaginar um mundo em 30 dias? Só de escrever esta frase, a minha imaginação correu e escondeu-se atrás de uma pedra. É preciso ter um rigor demoníaco (sem referências ao Calvão) e uma disciplina sobrenatural para conseguir cumprir um prazo destes. Isto é tortura na mais simples das definições. Mas há pessoal que gosta, e, até consegue fazê-lo! A esses sujeitos, tiro-lhes todos os chapéus deste mundo. Nem me façam começar a falar de plots e tudo mais... Sou uma gaja eternamente frustrada por adorar fantasia, mas ser mentalmente incapacitada para o escrever (digamos que o meu cérebro adora plagiar involuntariamente). Espero um dia vir a ser capaz de brindar o mundo com algo da minha autoria. Até lá, tenho muito caderno em branco. 

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